domingo, 13 de junho de 2010

Acho graça

Oi, e aí?! Enfim, tava fazendo um tempinho que eu não escrevia, por falta de tempo também, mas principalmente por preguiça, tenso. Mas enfim, hoje vou falar de uma coisa SUPER chata, (pelo menos pra mim) e que realmente me irrita na época de copa (tirando o barulho extremamente irritante das vuvuzelas) que é o patriotismo excessivo por parte de uma grande massa da população.
Se perguntássemos para qualquer pessoa fora do período de copa o que pensa do Brasil, provavelmente a pessoa falaria a resposta mais clichê possível: “Odeio esse país, existe muita corrupção, violência, e etc.”. Quero que fique clara a minha indignação sobre essa provável resposta clichê onde a maiorias das pessoas que a utilizam só falam mal sem nem saber direito quem vai se candidatar à presidência.
Mas meu ponto é: pra que todas aquelas bandeiras e camisas escrito BraZil? Para que todo esse patriotismo exagerado? Futebol é legal, ok, mas precisa MESMO de parar a sua vida durante +- 2 horas pra ver um time jogando? Mudar todos os horários para se adequar a um jogo? Legal que exista todo esse nacionalismo, mas por que essa paixão pela pátria não continua quando a copa acaba? Por que a maiorias das pessoas simplesmente não procuram se informar mais sobre alguma coisa relacionada aos candidatos do seu estado ou mesmo da sua cidade?
Mas infelizmente é assim, quando acaba a copa, as bandeiras e a decoração são guardadas na gaveta, ou até mesmo são jogadas no lixo, junto com todo o patriotismo

Decretado por ... @ 14:53
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quinta-feira, 3 de junho de 2010

Vida de Vestibulando

Esse título, na realidade, é um paradoxo.

Esqueça o fim de semana vendo filmes legais, saindo com os amigos, tomando sorvete na praça, comendo pizza à noite e levar o cachorro pra passar. A única coisa que nós, vestibulandos, devemos pensar é: ESTUDAR.

Em outras palavras, vestibulando não tem vida.

Não é de hoje que sabemos que uma hora teríamos de levantar a bunda do sofá e correr atrás do que ‘’queremos’’. Sim, porque nem sempre a gente mesmo pode decidir. E a coisa é tão séria, que desde criancinha os adultos vinham perguntar: o que você vai ser quando crescer?

Tipo, sei lá, nem sei se vou estar viva!?

E quando chegamos ao primeiro ano do ensino médio é aquela coisa: ‘’Agora vai ter que estudar! Estuda agora, menino, porque no terceiro ano você vai ter que estudar muito!’’ E quando, enfim, você chega ao terceiro ano, a pressão triplica. Todo dia recebemos perguntas do tipo: ‘’ qual curso você vai fazer? ‘’ ‘’já sabe o que você quer?’’ ‘’ como assim não sabe? Você já está no TERCEIRO ANO!!’’

Pois é.

E você recebe tanta influência dos professores que começa a ficar obcecado. Você insiste em dizer que os exercícios dos simulados estão difíceis e seu professor de matemática analítica responde: Querida, o que você faz de meia noite as 6? Como se não bastasse, você ainda precisa ouvir da sua mãe quando não vai bem em alguma prova: ‘’ você não está estudando NADA! Pra onde está indo o dinheiro que eu estou investindo em você, menino?!’’ E é aí que você desiste ou fica obcecado. Os sintomas começam a aparecer quando você deixa de sair no final de semana. E depois vai evoluindo, evoluindo e, quando você vê, ta virando uma garrafa de café inteira pra ficar acordado a noite toda só pra manter a matéria em dia. Ou pior, você simplesmente deixa ou esquece de comer pra ficar estudando!

Tudo bem, gente, não se assustem. Isso é só para os obcecados.

Ou aqueles que vão tentar medicina.

No fim das contas, o que importa é você fazer o que quer. Tudo é mais fácil quando fazemos o que nos dá prazer. Seja para história, seja pra matemática, a escolha tem que vir de dentro e não importa quão valorizado o curso seja.

Certa vez nosso professor de geografia nos contou uma história. Certamente quem já teve aula com ele a conhece. O pai de certa pessoa mandou o filho fazer administração pois esse era dono de uma grande empresa. O filho não queria, dizia que não tinha nada a ver com aquilo tudo, mas o pai obrigou. E o filho fez. No dia da formatura, com muito orgulho o filho se formou e chegou ao pai e disse: Toma pai, o seu diploma. Agora vou fazer o que eu gosto.

Então ele foi e virou caminhoneiro.

Você riu, não riu? Mesmo que seja de ironia, ou de pura insensatez. E daí que ele foi ser caminhoneiro? Certamente ele ganha hoje muito mais que muitos babacas frustrados que fizeram o cursinho da hora só pra mostrar que passou.

Precisamos quebrar esse preconceito de curso e perceber que o que importa é ser feliz. Imagine só, trabalhar! Existe coisa mais chata que trabalhar?

Mas quando você faz o que gosta, tudo se torna mais bonito.. mais legal.

E daí que você é modelo, frenstista, fisicoturista, jogador de futebol, fisioterapeuta ou caminhoneiro?

O grande segredo da felicidade está aí. Pronto! Matamos a questão.

Agora, se vamos ou não passar no vestibular, isso já já vamos sabe.

Enquanto isso, estude, saia no final de semana, vá a muitas festas e aproveite!

Simplesmente viva.

Jana :)

Decretado por Jana @ 17:15
9 Comentários

Somos em 4. E sim, terão que aguentar a gente durante um bom tempo (ou não.)


Amanda Scarpati. 17 anos, Ariana incorrigível, gosta de publicidade e propaganda e pretende ganhar dinheiro e sustentar seus futuros filhos (ou não) em cima disso. Gosta do "Fabuloso destino de Amelie Poulain" e da Norma Jean e gosta bastande de música, mais para evitar maiores ciúmes não pretende citá-las aqui. Gosta de Açaí com calda de amora, e a paçoca do tiozinho da rodoviária, por isso tem tantas dívidas. Não gosta de pessoas efusivas, não gosta de gente muito legal, e nem de pessoas grudentas, não gosta de gente que não sabe o que diz. E não gosta de leite ninho no seu Açaí


Ábila Guidoti, 17 anos, cursando o 3º ano e ainda não faz a mínima idéia do que vai fazer no futuro. Gosta de musicais e filmes antigos, da coleção de livros Harry Potter e Gossip Girl e da atriz Audrey Hepburn. Gosta de batata palha com arroz ou pura mesmo, e biscoito integral de castanha do Pará Não fala das musicas que gosta por falta de espaço e paciência, também não gosta de pessoas efusivas e muito menos de cereja. Tem um humor incompreendido, um dedo torto e muitas alergias. E gosta de muito leite ninho no seu Açaí

Luisa Caliman, outra de 16 (isso não significa que ela tem uma mente de 16) é do 2º ano. Quando criança, queria ser doméstica, mas quando começou a lavar louça todos os sábados, prefiriu sonhar com outra coisa, então prefere futuramente ganhar dinheiro dormindo, rsrsrs Também gosta de MÚSICAS e é bem eclética, assim como filmes :) É muito efusiva, legal e grudenta (mentira, ela é assim só com a Amanda). Não suporta gente burra, salada e uva passas no açaí, ela prefere muito leite condensado, mas sorvete é a melhor sobremesa.

Janine Conti, mais conhecida como Jana, 16 anos, pensa que vai ser jornalista, sonha em rodar o mundo e achar um túmulo de uma civilização antiga depois de estudar arqueologia, não come carne, gosta de dias frios e de tomar chá gelado (mesmo que essa não seja uma boa combinação). Gosta de seriados tipo Friends e Skins, livros como A menina que roubava livros e filmes como Bonequinha de luxo. É fascinada por comida japonesa e muda de humor antes de poder completar uma única frase. Não gosta de gente mentirosa e xereta. E isso é um aviso.

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A mim e a minha camarada pela paciência e a tarde quase que perdida.

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